Tanto Mar – Fluxos Transatlânticos do Design

O MUDE – Museu do Design e da Moda, de Lisboa, inaugura no próximo dia 10 de março a exposição “Tanto Mar – Fluxos Transatlânticos do Design”, que se propõe a traçar um mapa dos fluxos entre Portugal e Brasil no campo do design e da cultura material.

A nossa Galeria Passado Composto Século XX teve o prazer de fornecer peças raras para compor essa mostra, criadas e executadas pelo designer JOAQUIM TENREIRO, naturalizado brasileiro (Melo,Portugal/1906- São Paulo, Brasil/ 1992).

Entre elas as cadeiras em jacarandá, com espaldar alto com varetas, cerca de 1950. E a cadeira “Estoril”, de estrutura em jacarandá, pernas e travessas de seção quadrada, assento e encosto em palhinha, reproduzido na página 133 do livro TENREIRO da editora ICATU, cerca de 1950.
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ABERTURA: 10 de Março de 2018 às 17hrs.
LOCAL: Palácio da Calheta, Jardim Botânico Tropical | Belém. Lisboa.
REALIZAÇÃO: MUDE| Museu do Design e da Moda, de Lisboa.

CURADORIA: Bárbara Coutinho e Adélia Borges
ASSISTÊNCIA DE CURADORIA: Raquel Santos
DESIGN EXPOSITIVO: Rita Felipe
DESIGN DE COMUNICAÇÃO: Vivóeusébio
PARCERIA: Universidade de Lisboa/ Museu de História Natural e da Ciência (MUHNAC)

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1 Comentário

  1. zosi disse:

    Em 2012-2013, quando foi assinalado o ano de Portugal no Brasil, “L’Incendie 1” foi uma das 51 obras da pintora, expostas no Museu de Arte do Rio de Janeiro, na mostra “Vieira da Silva, Agora”, organizada pela Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva (FASVS), de Lisboa. A mostra, que se estendeu até fevereiro de 2013 e que mobilizou mais de 43 mil visitantes, em pouco menos de dois meses, incluía obras provenientes do Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva, assim como de coleções privadas e institucionais, como as de Roberto Marinho, Jorge de Brito, Ilídio Pinho, do Governo do Estado de São Paulo, do Metropolitano de Lisboa, da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Millenium BCP, entre outras. A exposição “Vieira da Silva, Agora” – sem as obras detidas por colecionadores brasileiros – esteve também patente em Lisboa, de março a junho de 2013, no Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva, dedicado à preservação da obra da artista e do marido. Nascida em Lisboa, em 1908, Vieira da Silva mudou-se para a capital francesa quando tinha dezenove anos, para poder estudar durante uma época de grande atividade artística, tendo acabado por se instalar na cidade, onde morreu em 1992.