Continuum Itaú Cultural abre oportunidade para leitor criar alternativa de capa da revista

A revista Continuum Itaú Cultural convida o público-leitor a apresentar a sua concepção para uma capa da publicação. Podem ser apresentados desenhos, fotografias, colagens, pinturas, recortes, ilustrações gráficas e até mesmo textos. Os trabalhos recebidos serão publicados na versão on-line da revista. Dois deles, escolhidos pelo conselho editorial, comporão a seção Área Livre da edição de junho, cujo tema será Processos Criativos. Os interessados devem ser enviar os trabalhos até o dia 20 de maio Já participaram da seção “O desenho de suas idéias” os designers e ilustradores Abiuro (Alexandre Braga), Gota (Cristiano Trindade) e Carlo Giovani, entre outros profissionais. Os 13 mil exemplares da publicação são distribuídos gratuitamente na sede do instituto e enviados ao mailing composto por formadores de opinião e artistas, curadores e produtores de todas as áreas, além de professores e alunos universitários de todo o país. A revista também é distribuída a centros de estudo brasileiros no exterior.De acordo com a assessoria de imprensa do Itaú Cultural, não haverá premiação financeira – somente a publicação do trabalho e a divulgação dos créditos dos premiados. Os interessados devem ser enviar os trabalhos até o dia 20 de maio por correio (Continuum Itaú Cultural Avenida Paulista, 149, 5º andar CEP 01311-000 São Paulo/SP) ou por e-mail ([email protected]). Para quem preferir realizar interferências digitais na capa, um arquivo com a imagem para download está disponível no site da instituição (www.itaucultural.org.br/revista). Nesse endereço eletrônico também podem ser acessados o regulamento e todas as edições da revista em pdf, incluindo a de maio.De acordo com a assessoria de imprensa do Itaú Cultural, esse espaço livre na revista teve origem numa entrevista com o historiador Rafael Cardoso Denis autor do livro Uma Introdução à História do Design na qual ele afirmava que o design tende a se afastar da materialidade e, como conseqüência, os designers terão de aprender a projetar sensações que remetam ao uso e à interação com objetos.

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