Em projeto inovador, Colégio Sesi difunde cultura do design no ensino médio

Joias, maquiagens, remédios, CDs, livros – objetos para os quais compartimentos organizadores são sempre bem-vindos, a fim de facilitar o dia a dia. Foram peças surgidas a partir dessa necessidade – “Organizar” – que uma Oficina de Design, com alunos do ensino médio, apresentou em cerimônia pública no dia 11 de agosto. Projeto-piloto do Colégio Sesi, a iniciativa ocorreu numa parceria com o Centro de Design Paraná e a Universidade Positivo.

A oficina é parte de uma metodologia de ensino diferenciada da escola, com projetos bimestrais temáticos que abrangem todas as disciplinas curriculares. “Os professores montam uma verdadeira teia do conhecimento com base em uma série de assuntos e depois fazem propaganda aos alunos, que optam por suas oficinas preferidas naquele período”, explica a diretora, Jaqueline Rossato.

Nesse contexto, a oficina iniciou em março, no contraturno escolar, com 35 estudantes da unidade do colégio no bairro CIC (Cidade Industrial de Curitiba). Foram 120 horas de aulas que abordaram temas como desenho técnico, ilustração, ergonomia, gestão ambiental, modelagem, materiais e processos, seguidas de atividades práticas em equipes.

“O envolvimento dos alunos foi grande: eles estavam muito interessados em conhecer a metodologia de desenvolvimento de produtos, quais eram os passos e ferramentas usadas pelos designers”, avalia Antonio Razera Neto, coordenador do curso de design da Universidade Positivo. “Não basta só uma boa ideia; o designer precisa conhecer o mercado, seus concorrentes, saber apresentar e defender suas criações”, comenta a coordenadora de projetos do Centro de Design, Ana Brum, sobre o módulo da oficina que tratou de gestão de projetos, no qual atuou como ministrante. 

A diretora do colégio conta que um dos objetivos da iniciativa era apresentar o design como profissão. “E, de fato, houve alunos que passaram a visualizar a área como opção no vestibular”, relata. Segundo ela, a experiência acabou sendo rica também para o grupo de professores da escola: “Foi uma oportunidade de conhecer melhor o que é design, como ferramenta de solução de problemas do cotidiano”.

Com a palavra, os alunos

 A oficina me surpreendeu porque não sabia como era o processo de elaboração de um produto. Amanda Kosiba.

 A oficina estimulou a criatividade e abriu novas perspectivas, ao mostrar passo a passo o design de um produto. Não é uma tarefa fácil, mas um trabalho árduo que pode levar meses. Jean Miguel

 Pude conhecer sobre a profissão do designer e sua importância no desenvolvimento de projetos. Vinicius Pereira

 Foi gratificante, pois tinha muita curiosidade sobre design e me interessei ainda mais pelo assunto. Mayco Douglas

 A oficina ajudou a entender as coisas ao nosso redor e nos preparar para enfrentar desafios do futuro. Thais dos Santos

   

 

Joias, maquiagens, remédios, CDs, livros – objetos para os quais compartimentos organizadores são sempre bem-vindos, a fim de facilitar o dia a dia. Foram peças surgidas a partir dessa necessidade – “Organizar” – que uma Oficina de Design, com alunos do ensino médio, apresentou em cerimônia pública no dia 11 de agosto. Projeto-piloto do Colégio Sesi, a iniciativa ocorreu numa parceria com o Centro de Design Paraná e a Universidade Positivo.

 

A oficina é parte de uma metodologia de ensino diferenciada da escola, com projetos bimestrais temáticos que abrangem todas as disciplinas curriculares. “Os professores montam uma verdadeira teia do conhecimento com base em uma série de assuntos e depois fazem propaganda aos alunos, que optam por suas oficinas preferidas naquele período”, explica a diretora, Jaqueline Rossato.

 

Nesse contexto, a oficina iniciou em março, no contraturno escolar, com 35 estudantes da unidade do colégio no bairro CIC (Cidade Industrial de Curitiba). Foram 120 horas de aulas que abordaram temas como desenho técnico, ilustração, ergonomia, gestão ambiental, modelagem, materiais e processos, seguidas de atividades práticas em equipes.

 

“O envolvimento dos alunos foi grande: eles estavam muito interessados em conhecer a metodologia de desenvolvimento de produtos, quais eram os passos e ferramentas usadas pelos designers”, avalia Antonio Razera Neto, coordenador do curso de design da Universidade Positivo. “Não basta só uma boa ideia; o designer precisa conhecer o mercado, seus concorrentes, saber apresentar e defender suas criações”, comenta a coordenadora de projetos do Centro de Design, Ana Brum, sobre o módulo da oficina que tratou de gestão de projetos, no qual atuou como ministrante. 

 

A diretora do colégio conta que um dos objetivos da iniciativa era apresentar o design como profissão. “E, de fato, houve alunos que passaram a visualizar a área como opção no vestibular”, relata. Segundo ela, a experiência acabou sendo rica também para o grupo de professores da escola: “Foi uma oportunidade de conhecer melhor o que é design, como ferramenta de solução de problemas do cotidiano”.

 

 

Box – Com a palavra, os alunos

 

A oficina me surpreendeu porque não sabia como era o processo de elaboração de um produto. Amanda Kosiba.

 

A oficina estimulou a criatividade e abriu novas perspectivas, ao mostrar passo a passo o design de um produto. Não é uma tarefa fácil, mas um trabalho árduo que pode levar meses. Jean Miguel

 

Pude conhecer sobre a profissão do designer e sua importância no desenvolvimento de projetos. Vinicius Pereira

 

Foi gratificante, pois tinha muita curiosidade sobre design e me interessei ainda mais pelo assunto. Mayco Douglas

 

A oficina ajudou a entender as coisas ao nosso redor e nos preparar para enfrentar desafios do futuro. Thais dos Santos

 

Joias, maquiagens, remédios, CDs, livros – objetos para os quais compartimentos organizadores são sempre bem-vindos, a fim de facilitar o dia a dia. Foram peças surgidas a partir dessa necessidade – “Organizar” – que uma Oficina de Design, com alunos do ensino médio, apresentou em cerimônia pública no dia 11 de agosto. Projeto-piloto do Colégio Sesi, a iniciativa ocorreu numa parceria com o Centro de Design Paraná e a Universidade Positivo.

 

A oficina é parte de uma metodologia de ensino diferenciada da escola, com projetos bimestrais temáticos que abrangem todas as disciplinas curriculares. “Os professores montam uma verdadeira teia do conhecimento com base em uma série de assuntos e depois fazem propaganda aos alunos, que optam por suas oficinas preferidas naquele período”, explica a diretora, Jaqueline Rossato.

 

Nesse contexto, a oficina iniciou em março, no contraturno escolar, com 35 estudantes da unidade do colégio no bairro CIC (Cidade Industrial de Curitiba). Foram 120 horas de aulas que abordaram temas como desenho técnico, ilustração, ergonomia, gestão ambiental, modelagem, materiais e processos, seguidas de atividades práticas em equipes.

 

“O envolvimento dos alunos foi grande: eles estavam muito interessados em conhecer a metodologia de desenvolvimento de produtos, quais eram os passos e ferramentas usadas pelos designers”, avalia Antonio Razera Neto, coordenador do curso de design da Universidade Positivo. “Não basta só uma boa ideia; o designer precisa conhecer o mercado, seus concorrentes, saber apresentar e defender suas criações”, comenta a coordenadora de projetos do Centro de Design, Ana Brum, sobre o módulo da oficina que tratou de gestão de projetos, no qual atuou como ministrante. 

 

A diretora do colégio conta que um dos objetivos da iniciativa era apresentar o design como profissão. “E, de fato, houve alunos que passaram a visualizar a área como opção no vestibular”, relata. Segundo ela, a experiência acabou sendo rica também para o grupo de professores da escola: “Foi uma oportunidade de conhecer melhor o que é design, como ferramenta de solução de problemas do cotidiano”.

 

 

Box – Com a palavra, os alunos

 

A oficina me surpreendeu porque não sabia como era o processo de elaboração de um produto. Amanda Kosiba.

 

A oficina estimulou a criatividade e abriu novas perspectivas, ao mostrar passo a passo o design de um produto. Não é uma tarefa fácil, mas um trabalho árduo que pode levar meses. Jean Miguel

 

Pude conhecer sobre a profissão do designer e sua importância no desenvolvimento de projetos. Vinicius Pereira

 

Foi gratificante, pois tinha muita curiosidade sobre design e me interessei ainda mais pelo assunto. Mayco Douglas

 

A oficina ajudou a entender as coisas ao nosso redor e nos preparar para enfrentar desafios do futuro. Thais dos Santos

 

Joias, maquiagens, remédios, CDs, livros – objetos para os quais compartimentos organizadores são sempre bem-vindos, a fim de facilitar o dia a dia. Foram peças surgidas a partir dessa necessidade – “Organizar” – que uma Oficina de Design, com alunos do ensino médio, apresentou em cerimônia pública no dia 11 de agosto. Projeto-piloto do Colégio Sesi, a iniciativa ocorreu numa parceria com o Centro de Design Paraná e a Universidade Positivo.

 

A oficina é parte de uma metodologia de ensino diferenciada da escola, com projetos bimestrais temáticos que abrangem todas as disciplinas curriculares. “Os professores montam uma verdadeira teia do conhecimento com base em uma série de assuntos e depois fazem propaganda aos alunos, que optam por suas oficinas preferidas naquele período”, explica a diretora, Jaqueline Rossato.

 

Nesse contexto, a oficina iniciou em março, no contraturno escolar, com 35 estudantes da unidade do colégio no bairro CIC (Cidade Industrial de Curitiba). Foram 120 horas de aulas que abordaram temas como desenho técnico, ilustração, ergonomia, gestão ambiental, modelagem, materiais e processos, seguidas de atividades práticas em equipes.

 

“O envolvimento dos alunos foi grande: eles estavam muito interessados em conhecer a metodologia de desenvolvimento de produtos, quais eram os passos e ferramentas usadas pelos designers”, avalia Antonio Razera Neto, coordenador do curso de design da Universidade Positivo. “Não basta só uma boa ideia; o designer precisa conhecer o mercado, seus concorrentes, saber apresentar e defender suas criações”, comenta a coordenadora de projetos do Centro de Design, Ana Brum, sobre o módulo da oficina que tratou de gestão de projetos, no qual atuou como ministrante. 

 

A diretora do colégio conta que um dos objetivos da iniciativa era apresentar o design como profissão. “E, de fato, houve alunos que passaram a visualizar a área como opção no vestibular”, relata. Segundo ela, a experiência acabou sendo rica também para o grupo de professores da escola: “Foi uma oportunidade de conhecer melhor o que é design, como ferramenta de solução de problemas do cotidiano”.

 

 

Box – Com a palavra, os alunos

 

A oficina me surpreendeu porque não sabia como era o processo de elaboração de um produto. Amanda Kosiba.

 

A oficina estimulou a criatividade e abriu novas perspectivas, ao mostrar passo a passo o design de um produto. Não é uma tarefa fácil, mas um trabalho árduo que pode levar meses. Jean Miguel

 

Pude conhecer sobre a profissão do designer e sua importância no desenvolvimento de projetos. Vinicius Pereira

 

Foi gratificante, pois tinha muita curiosidade sobre design e me interessei ainda mais pelo assunto. Mayco Douglas

 

A oficina ajudou a entender as coisas ao nosso redor e nos preparar para enfrentar desafios do futuro. Thais dos Santos